segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ex Sargento Gay será candidato a Deputado

O ex-sargento Fernando Âlcantara, que causou um rebuliço no Exército quando assumiu um relacionamento gay na capa da revista Época, confirmou que sairá candidato a deputado federal por São Paulo. O partido é o PSB. Segundo o Parou Tudo, Âlcantara mudou-se de Brasília para São Paulo e passou a integrar o movimento Tortura Nunca Mais, grupo que atende vítimas que sofreram assédio moral nas Forças Armadas. Militante, sua luta, agora, pode se estender à esfera política. A confirmação da candidatura aconteceu na convenção do partido, no domingo 27, na capital paulista.

FONTE: abalo

Governo deve conceder pensão a Gays

O governo deve reconhecer a união estável homoafetiva para pagamento de benefícios previdenciários, como a pensão por morte. Um parecer emitido nesta semana pela Advocacia Geral da União (AGU) afirma que o reconhecimento desses direitos está de acordo com a Constituição Federal, que garante a dignidade da pessoa humana, a privacidade e a intimidade e proíbe qualquer forma de discriminação.
A expectativa é que o Ministério da Previdência acolha esse parecer. Se isso realmente ocorrer, os homossexuais poderão ir diretamente aos postos da Previdência Social para requisitar os benefícios, sem a necessidade de ingressar com ações judiciais.

FONTE: O Estado de S. Paulo
Por Mariangela Gallucci

Ensino religioso estimula a homofobia.

Uma pesquisa da UnB (Universidade de Brasília) concluiu que o preconceito e a intolerância religiosa fazem parte da lição de casa de milhares de crianças e jovens do ensino fundamental brasileiro. Produzido com base na análise dos 25 livros de ensino religioso mais usados pelas escolas públicas do país, o estudo foi apresentado no livro “Laicidade: O Ensino Religioso no Brasil”, lançado na última terça-feira (22) em Brasília. “O estímulo à homofobia e a imposição de uma espécie de ‘catecismo cristão’ em sala de aula são uma constante nas publicações”, afirma a antropóloga e professora do departamento de serviço social, Débora Diniz, uma das autoras do trabalho. “Desvio moral”, “doença física ou psicológica”, “conflitos profundos” e “o homossexualismo não se revela natural” são algumas das expressões usadas para se referir aos homens e mulheres que se relacionam com pessoas do mesmo sexo. Um exercício com a bandeira das cores do arco-íris acaba com a seguinte questão: “Se isso (o homossexualismo) se tornasse regra, como a humanidade iria se perpetuar?”. * As informações são do UOL Educação.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Pesquisa revela que Gays estudam mais do que Héteros no Brasil. E tambem levanta dados sobre o hiv.


Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde atualiza dados sobre o sexo entre homens e a Aids. A quantidade informações é grande.A respeito da primeira relação sexual, Gays se protegem muito mais. Dentre Homossexuais, 78,9% usaram preservativo. O índice é de apenas 21,6% dentre héteros. O levantamento foi feito em dez capitais.Nas parcerias fixas, entretanto, 29,3% dos jovens Homossexuais utilizaram camisinha no ano anterior à pesquisa e 34,6% dos héteros fizeram o mesmo.O levantamento revela também que Gays têm nível de escolaridade muito maior do que os héteros: 52,2% dos Homos possuem 11 anos ou mais de estudo. Dos homens que se relacionam apenas com mulheres, só 25,4% estão nessa faixa.Sem essa de que a Aids deixou ser um problema significativo dentre Homossexuais. A pesquisa mostrou que 10,5% dos Gays e outros homens que fazem sexo com homens em dez capitais brasileiras vivem com HIV. Isso significa que de cada 10 Gays, um tem Aids.O número se torna ainda mais alarmante quando é feita a comparação com o mesmo tipo de característica na população masculina em geral: apenas 0,8% foram infectados pelo vírus da Aids, algo que não chega nem à relação de um indivíduo com HIV a cada 100.Uma das razões daquele número pode estar no fato de apenas 59,6% dos pesquisados terem usado preservativo na última relação sexual casual antes do dia da pesquisa. Heterossexuais possuem taxa bem próxima a essa de uso de camisinha, entretanto, eles são menos promíscuos do que os Gays.Se o preservativo fosse usado sempre, não haveria problema, já que, quando isso acontece, a quantidade de parceiros não influi na transmissão de HIV. Caso você faça sexo casual sem camisinha, cabe uma pergunta bem básica: essas informações lhe dizem algo?
fonte central de noticias gay

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Peça Gay UM DIA VOCÊ VAI ENTENDER, estreia no Teatro Brigadeiro.


Peça Gay UM DIA VOCÊ VAI ENTENDER, estreia no Teatro Brigadeiro. DE 12 DE JUNHO A 10 DE JULHO, SABADOS AS 17H.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Presidente Lula decreta 17 de maio dia de combate a homofobia no Brasil.

Ato ocorreu na véspera da 14ª Parada LGBT de São Paulo Atendendo ao pedido da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) – ofício abaixo –, na sexta-feira, dia 4 de junho, o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o decreto que institui o Dia Nacional de Combate à Homofobia, a ser comemorado anualmente no Dia 17 de Maio. O Decreto foi publicado no Diário Oficial da União hoje, 2ª-feira, 07/06, Seção 1, página 5. A notícia foi recebida na sexta-feira à noite pela presidência da ABGLT durante a realização do 10º Prêmio “Cidadania em Respeito à Diversidade”, promovido pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT, “o Decreto é o reconhecimento governamental de que há homofobia no Brasil e que é preciso ter ações concretas para diminuir ou acabar com o preconceito, a discriminação e o estigma contra a comunidade LGBT. Esperamos que o exemplo do Brasil seja seguido pelos 75 país que criminalizam a homossexualidade e pelos 7 países em que há pena de morte para os homossexuais”, disse. Reis também parabenizou o governo Lula, sobretudo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República pelo empenho em aprovar o Decreto. O Decreto vem coroar as propostas de campanha do segundo mandato do presidente Lula: a continuidade do Programa Brasil Sem Homofobia; a realização da 1ª Conferência Nacional LGBT; a criação da Coordenação Nacional LGBT, do Conselho Nacional LGBT e do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT. Enquanto o Legislativo Nacional não aprova leis que garantam a igualdade de direitos da comunidade LGBT, o Judiciário e o Executivo já demonstraram, através de decisões e ações, que no Brasil se respeita a Constituição Federal, que nos seus artigos 3º e 5º afirma que não haverá discriminação e que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. O dia 17 de maio de 1990 foi o dia em que a Assembleia Mundial da Saúde, órgão máximo de tomada de decisão da Organização Mundial da Saúde, retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, a data e celebrada internacionalmente como o Dia de combate à Homofobia. É uma estratégia da ABGLT que em todos os estados e municípios haja leis ou decretos que instituam o dia estadual ou municipal contra a homofobia. O Dia já existe em 9 estados: Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná e Santa Catarina; e em pelo menos 15 municípios: Lauro de Freitas-BA, Alfenas-MG, Itaúna-MG, Cuiabá-MT, Rondonópolis-MT, Picos-PI, Curitiba-PR, Francisco Beltrão-PR, Natal-RN, Mesquita-RJ, Rio Grande-RS, Florianópolis-SC, Joinville-SC, Campinas-SP e Ribeirão Preto-SP (www.abglt.org.br/port/leis_homofobia.php)
fonte central de noticias gay.

Mais de 3 milhoes de pessoas na parade de São Paulo.


Em ano eleitoral, a 14ª Parada do Orgulho Gay teve viés político. Ao meio-dia de domingo, numa Avenida Paulista bem colorida, militantes distribuíam panfletos nos quais pediam para os simpatizantes não votarem em candidatos homofóbicos.Na concentração, uma placa gigante trazia a seguinte mensagem: “Vote contra a homofobia: defenda a cidadania”. Todos os atuais presidenciáveis foram convidados, mas nenhum apareceu na parada.Estima-se que cerca de 3 milhões de pessoas tenham acompanhado os 4km do percurso que liga o Museu de Arte de São Paulo (Masp) à Praça Franklin Roosevelt, no Centro.Segundo a militante Gizelle Freitas, da Associação de Gays, Lésbicas e Transexuais de Ribeirão Preto, a organização não governamental vai preparar um relatório na próxima semana apontando os deputados que votaram contra o projeto de lei que torna a homofobia crime.A proposta tramita no Congresso desde 2006, já foi aprovado na Câmara e vai passar pelo crivo dos senadores.O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), engrossou o coro de quem é contra a homofobia e disse que os políticos deveriam se posicionar sobre o tema.“É importante que a classe política tenha a noção da importância de se combater a homofobia. Como estamos em ano eleitoral, a discussão sobre o tema é mais do que oportuno”, ressaltou.O governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), disse apoiar o movimento organizado pelos diretos dos Homossexuais. “Essa campanha defende a cidadania e, com isso, a democracia pela qual tanto lutamos neste país. E é importante que este debate aconteça durante a campanha eleitoral deste ano”, disse Goldman.A Drag Queen Tiffany Estrelato, 28, viajou de Tefé (AM) até São Paulo para participar da Parada Gay. Ela estava no comando de um grupo de ativistas que faziam corpo a corpo com os simpatizantes, distribuindo panfletos sobre as eleições e a causa Gay.A Parada Gay de São Paulo é considerada a maior do mundo. Não à toa, tão logo a multidão se aglomerou na Avenida Paulista, imagens do local pipocaram nos sites dos maiores jornais estrangeiros.“Não podemos deixar escapar essa oportunidade. Agora é a hora de cobrar dos nossos governantes o fim da intolerância e do preconceito sexual”, disse Alexandre Santos, presidente da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo.De acordo com a Prefeitura de São Paulo, a Parada Gay é o evento que mais atrai turistas para a capital paulista. Pelo menos 400 mil pessoas vêm de todo o Brasil e do exterior. A estimativa é de que o evento cor-de-rosa gere uma receita de até R$ 200 milhões.A segurança no desfile deste ano foi praticamente dobrada. Pelo menos 3 mil homens da Polícia Militar, Guarda Civil e seguranças particulares trabalharam na parada.Metade deles falava mais de uma língua e ajudavam os turistas que não entendiam português. Os policiais bilíngues tinham estampado na parte de trás do uniforme a bandeira que indicava o segundo idioma que eles falavamEngajados na luta contra a intolerância sexual, muitos pais levaram para a Parada Gay deste ano seus filhos para ensiná-los que devem crescer sem preconceito e aprenderem respeitar as escolhas sexuais dos demais.Com a filha de um ano e três meses no colo, o casal de Bissexuais Alexandre Nogueira, 28, e Ioná Murakame, 34, querem que a criança cresça sem ter vergonha da própria família. "Eu acho importante que ela tenha contato com pessoas que também temos", diz o pai. Para eles, o evento é uma grande festa que reúne pessoas de todos os tipos.Antônio Menezes, 38, aproveita o domingo ao lado do filho de 9 anos. "Faço questão que ele tenha contato com esse mundo desde pequeno, o trago desde quando tinha 6 anos", argumenta o pai para justificar a sexualidade da ex-mulher, que se assumiu Lésbica. "Hoje ele aceita o relacionamento da mãe e até gosta da companheira dela".A heterossexual Denise Costa, 45, faz questão de dar ao filho, de 10 anos, o direito de escolha. "Não sei qual a opção sexual dele ainda. Hoje ele diz é que uma coisa, amanhã pode mudar", justifica.Um dos carros alegóricos que mais chamaram a atenção foi o dos ursos e idosos. Outro carro que fez sucesso foi o chamado “gol contra a homofobia”. Os simpatizantes aproveitaram o ano de Copa do Mundo para se vestir de verde e amarelo. A Parada encerrou o desfile por volta das 20h.